O cientista Albert Einstein já dizia: “A única saída para as misérias da vida são a música e os gatos.” O escritor Júlio Verne acreditava que eles eram espíritos que vinham à Terra e que podiam andar sobre as nuvens sem cair.

A relação do homem com os gatos vem desde o Egito antigo. Segundo os registros arqueológicos e escritos, sabe-se que a domesticação dos bichanos ocorreu há pelo menos três mil e quinhentos anos, contudo os cientistas afirmam que é difícil precisar a transição de gatos selvagens para domesticados. A única certeza que se tem é que a domesticação é posterior à revolução agrícola.

Quando o homem deixou de ser nômade e descobriu a agricultura, era difícil proteger a colheita, ainda mais se fosse grande. Os gatos eram usados para caçar e espantar os ratos que “visitavam” o paiol em busca de comida. Por conta disso, ele se tornaram importantes para proteger a colheita e diminuir os prejuízos dos ataques das ratazanas.

Este círculo vicioso grãos-ratos-gatos foi benéfico ao homem, pois o consumo do estoque era notadamente reduzido com a presença dos gatos. E esta é a razão da domesticação dos gatos, pois vendo as vantagens de se ter um gato, o homem passou a criá-los e a mantê-los em um ambiente junto aos humanos.

De animal sagrado à maldito

No Egito antigo o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata.

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Deusa Bastet. Foto: Katzenfee / Pixabay

Esta deusa era o símbolo da luz, do calor, da energia e protetora das mulheres. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Os gatos eram considerados também guardiões do outro mundo, e sua figura estavam em muitos amuletos.

Esta sacralidade dada pelos egípcios aos gatos deve-se pelo fato de que eles simbolizavam a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo. Naquela época matar um gato mesmo por acidente, era considerado um ato criminoso punível com a morte.

Quando a morte ocorria de forma natural, todos os membros da casa declaravam seu dolo rapando as sobrancelhas. O bichano ainda tinha direito a uma cerimônia fúnebre com o corpo embalsamado, envolvido com vendas de diferentes cores, e seu rosto era coberto por uma máscara esculpida em madeira.

Alguns eram colocados em ataúdes de madeira – com forma de gato – enquanto outros, em palha trançada. Eram enterrados em cemitérios próprios, onde havia milhares de gatos.

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ilustração: Christy Miller/ Pixabay

O inferno dos felinos começou na Idade Média. A Santa Inquisição os declarou animais malditos por eles fazerem parte dos rituais pagãos praticados pelos egípcios e também pelas “bruxas”. A perseguição foi implacável a ponto de reduzir drasticamente sua população. Nunca o ditado “quando os gatos saem os ratos fazem a festa” foi tão apropriado. Em seguida, a peste bubônca, doença causada pelos roedores, se alastrou pela Europa.

Um animal poderoso

Preste bastante atenção no comportamento dos gatos. Eles são capazes de enxergar além dos nossos olhos e identificar qualquer medo ou impulso secreto de agressão, por isso desviam de alguns carinhos.

O gato tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa.

Normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia. Caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali.

Desta forma, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

A revista Scientific American revela o poder de cura do ronronar dos gatos. Os pesquisadores dizem que a frequência do ronronar dos gatos fica entre 25 e 150 hertz. Por isso, ao ronronar, eles realizam a autocura, porque isso estimula os músculos e ossos, o que gasta pouca energia e ainda promove a cura de suas células.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras.

O gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Assim como os cães são nossos guardiões no mundo físico, os gatos são nossos protetores no mundo energético. Muitas vezes seu gato vai para um lugar isolado da casa e começa a miar… Não é só atenção que ele quer: é uma espécie de alerta que ele está dando: a qualidade da energia daquele espaço precisa ser melhorada.

Claro que o gato não é o único responsável pelo o equilíbrio energético do seu lar, mas ele se esforça bastante. Quanto mais harmônico for seu ambiente, menos energia negativa ele precisará filtrar e conseqüentemente será mais feliz e saudável.

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Revista Ecos da Paz
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