O que te move? O que faz você sair da cama e agir?

Muitos não terão a resposta de imediato porque estão no piloto automático trabalho – casa – família e por outro lado, a parcela jovem da população não pensa muito na velhice. Vivem tudo ao mesmo tempo agora.

 

Um estudo da Universidade de Michigan revela que as pessoas com mais de 50 anos com um propósito de vida definido são mais saudáveis.

A pesquisa fez um questionário para cerca de 7000 pessoas acima dos 50 anos e concluiu que aqueles que vivem sem um forte propósito apresentaram maior taxa de mortalidade ao longo dos anos.

Ainda na ativa

O número de casais sem filhos cresceu e a expectativa de vida do brasileiro aumentou, em  breve seremos um país de idosos.

Dependendo da renda familiar e da classe social, é comum vermos idosos ainda trabalhando seja para aumentar a sua aposentadoria ou a renda familiar.

Mas enquanto indivíduos, quais são os seus sonhos?

Nem todas as cidades têm políticas públicas de Estado (não de governo) com programas sociais, de cultura e de cidadania que atendam à esta população, apesar da constituição de 1988 assegurar este direito.

Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia é necessário oferecer atividades aos idosos para evitar o isolamento e por conseguinte, a depressão.

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Reuniões com amigos é fundamental. Foto: Pixabay

Renovar é preciso

Para aqueles que se aposentam depois de anos produzindo, há a sensação de vazio e nesta hora vê-se a importância de ter um propósito, projetos de vida.

O tempo ocioso se torna uma oportunidade para colocar em prática todo o conhecimento adquirido, retirar do fundo da gaveta as ideias que estavam guardadas.

É hora de perceber que a motivação não deveria vir apenas do trabalho, a vida não é só isso. Nunca é tarde para aprender algo novo.

Da oficina de culinária à uma faculdade, as opções são inúmeras e quando nos sentimos ativos, produzindo, a autoestima eleva e aproveitamos mais o momento.
Ter o que fazer ajuda a superar as ausências e os problemas.

Fonte: Saúde Abril

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Revista Ecos da Paz
Viver em harmonia é possível quando abrimos o coração e a mente para empatia e o amor.